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Análise tática - Atlético-MG x São Paulo - Pressão x Compactação e contra-ataque




O Galo segue na cola do Fluminense, com um jogo a menos e dois pontos, além do confronto direito que acontece daqui 8 rodada, o que deixa o Atlético muito vivo na briga pelo título nacional. Na noite desta quarta-feira o Galo sofreu para colocar a bola para dentro, mais conseguiu vencer o São Paulo que com alguns desfalques, buscou marcar forte, compactando com com o Galo e puxando o contra-ataques em velocidade.

Jogando em casa logo o Atlético dominou o jogo, desde o início, no seu 4-2-3-1 de costume, adiantou a marcação, procurou por M.Rocha na direita e por Bernard na esquerda, ao centro Ronaldinho Gaúcho era o articulador. O Galo tinha ótima posse de bola, o São Paulo marcava muito bem, com isso o time Mineiro pouco finalizou.

Ney Franco colocou o São Paulo no 4-3-3, fazendo marcação bem especificas nos setores: Maicon e Cortês em Guilherme, Wellington em Ronaldinho, Douglas e Casemiro em Bernard, Lucas e Osvaldo os pontos ajudaram a marcar Jr. César e M.Rocha, mais não deixaram de lado o ataque, mesmo assim pouco criaram.


Sandro Meira Ricci foi um capitulo a parte na partida, exagerou na expulsão de Douglas, quando Ronaldinho Gaúcho tinha feito falta igual em Casemiro poucos minutos antes. Ainda invertendo faltas, ou ora marcando algumas desnecessárias. Além da falta de L.Silva sobre Osvaldo que sinalizava situação clara e manifesta de gol e Ricci deu apenas o amarelo.

Abaixo a compactação do time de Ney Franco que marcou com muita força, durante o tempo que tinha os 11 contra 11, fez uma marcação perfeita sobre o candidato ao título:


Com três zagueiros, Cortês virou volante que ora caia na esquerda para marcar os avanços de Marcos Rocha que "abandonou" a marcação. Wellington depois P.Assunção fizeram a marcação em Ronaldinho Gaúcho, Escudeiro foi otimamente marcado por P.Miranda, que fez uma ótima partida, Neto Berola trocou com Leonardo e foi para a armação. Osvaldo virou "referência" mais o São Paulo perdeu a força.

Cada vez mais o jogo se desenha a favor do Atlético, Rogério Ceni segurou até onde pode. Pode até, Bernard cruzar e Leonardo subir na meio da zaga São Paulina e fazer o gol da vitória do Atlético. O Segundo tempo foi de domínio puro do time da casa, o São Paulo chegou algumas vezes, mais pouco finalizou. Foram 17-2 em finalizações.


Acima o Galo que foi só pressão contra o São Paulo que desesperado, com um a menos e injustiçado, perdeu a força, tem time para recuperar e buscar vaga no G-4. Já o Galo segue firme e forte na briga pelo título. 

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Atlético Mineiro 1 x 0 Coritiba: Abusando da intensidade total, Galo derrota Coritiba com propriedade.


Analise de @rasangui do blog Taticamente Falando
























Nesta quinta-feira, o Galo retomou o seu lugar no topo com vitória por 1 a 0 sobre o Coritiba pela 15ª rodada do Brasileirão 2012.

Impondo a intensidade característica, o time da casa começou bem a partida, porém com jogadores sofisticando demais nos lances, mas o domínio territorial era visível e com Ronaldinho simplificando jogadas, focado, e sem errar passes, a equipe mineira apresentava bom futebol, aliando dinamismo e jogadas claramente ensaiadas. 

Equipes no 4-2-3-1, mas com Guilherme no 11 inicial do Galo, na vaga de Danilinho suspenso. O ex cruzeirense não é tão eficaz na recomposição, mas rendeu centralizando e abrindo o corredor direito para Serginho e Marcos Rocha.

Coritiba fez bom trabalho de marcação, o que resultou num confronto com espaço para as manobras ofensivas para tentar trabalhar a bola e organizar melhor suas jogadas de ataque, mas faltava criar chances claras. Everton Costa e Robinho nas beiradas estavam de olho em Marcos Rocha e Júnior César. Lincoln distribuía por dentro.

O que deixou o jogo um pouco travado foi muita jogada ríspida, e isso foi se arrastando em muitas faltas e reclamações, principalmente dos visitantes. Detalhe que Marcelo Oliveira precisa trabalhar: A tranqüilidade dos seus jogadores. Tamanha revolta com recentes erros/decisões da arbitragem deixa a equipe Paraense pilhada, num destempero acima do normal.

Ronaldinho deixou Jô na cara de Vanderlei: o atacante desperdiçou, porém o camisa 49 repetiu a assistência, desta vez para Bernard, que não teve a mesma categoria e também perdeu boa chance de abrir o placar.

Os visitantes responderam rapidamente: Robinho deu passe preciso que foi de encontro a Everton Costa, que sozinho diante de Victor, foi displicente.

Na etapa complementar, os atleticanos continuavam com intensidade, principalmente com o trio Ronaldinho, Bernard e Júnior César. Como o primeiro joga centralizado, mas tende a cair pela esquerda, ele em alguns momentos da partida emendava domínio com drible em velocidade, o que ajuda e muito, já que o time de Cuca tem proposta de intensidade total.

Leonardo Silva foi a frente pra cruzar rasteiro levando muito perigo à defesa do Coxa. Um minuto depois, aos 3, em cobrança de escanteio de Ronaldinho, Rever desviou na primeira trave e a bola foi no canto oposto do goleiro: 1 x 0.

Marcelo Oliveira mandou Rafinha na vaga de Lincoln que estava preso a marcação dos volantes do Galo, sobretudo de Leandro Donizete. Na mesma hora, Cuca orientou Júnior César, pedindo diminuição de suas decidas, pela esquerda, já que Rafinha abriu na direita, e Robinho centralizou. Pouco depois Thiago Primão entrou na vaga de França, para qualificar a saída. Isso tudo deu ao Coxa mais toque de bola e jogadas mais verticalizadas, enquanto que o Galo parou de jogar e demorou a acertar a marcação. Logo, Everton Costa saiu por lesão e Roberto entrou em seu lugar, alterando o sistema para o 4-4-2 em 2 linhas recheado de atacantes, mas pouco efetivo.

Ronaldinho faz bela jogada, tocou pra Guilherme e entra na área para receber de volta, mas o camisa 10 preferiu a finalização que saiu torta.

Cuca inverteu Sérginho e Marcos Rocha: O primeiro foi para a lateral direita e o segundo deu dinamismo no meio. Este vem crescendo bastante. No finalzinho, saiu para a entrada de Felipe Souto. André e Escudero entraram nas vagas de Jô e Bernard mas pouco acrescentaram.

Mas ainda teve tempo pra Rafinha, que tinha entrado bem na partida, perder a cabeça e ser expulso, aos 43, com cotovelada em Leandro Donizete, o que facilitou a vida do Galo, que só valorizou a posse e garantiu a vitória, se isolando na liderança do campeonato Brasileiro com um jogo a menos.

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Cuca adere ao 4-2-3-1 no Galo



Três vitorias consecutivas do Atlético-MG de Cuca, alcançando 39 pontos, saiu do coma e respira sem auxilio de aparelhos. Vitoria convincente sobre o Grêmio, 2x0 sem margens para o erro. Cuca ate foi aplaudido e com seu nome ecoado no estádio.

Cuca armou o seu galo no 4-2-3-1 espelhado no esquema tricolor. Triguinho ora falso-zagueiro na esquerda e ora lateral apoiador. Dois wingers jogando em cima dos laterais do tricolor, assim Bernard sobre Mario e Neto Berola sobre Julio Cesar.

Com bola o Atlético-MG tinha o lado mais forte direito com Carlos Cesar e Neto Berola, assim acabando com uma válvula de escape do Grêmio que era Julio Cesar. Na esquerda Triguinho fazia basculação se tornando um zagueiro na esquerda e liberando Carlos Cesar para o apoio. Dobradinha com Carlos Cesar e Neto Berola sobre o lateral do Grêmio, forçando a marcação gaucha ao erro.

Bernard jogou em cima de Mário, e os laterais passam alternado - um vai, o outro faz a 'basculação' com os zagueiros. Mário passou trabalho porque Marquinhos centralizava, e Triguinho-Bernard dobram. Neto Berola pouco marcava Julio Cesar, porém jogava tão incisivo que fazia o lateral tricolor pensar duas vezes antes de fazer passagem.

Atlético-MG adianta Daniel Carvalho, Berola e Bernard, que formam o quarteto ofensivo com André. Os laterais e os volantes também sobem a linha. Jogando compactados e com opções de passe mais próximas. Facilitando também a recuperação da bola, mas podendo ser pego em contra-ataque.

Quando perde a bola o Galo pressiona a saída no campo do Grêmio. Esse pessoal não volta, fica para o bote. E procurando marcação individual Escudero-Carlos, A.Lima-Leonard, Pierre-Douglas, isto quando está com três zagueiros, pois quando volta ao 4-2-3-1 é encaixe espelhado.

Daniel Carvalho movimentando e recebendo com espaço às costas dos volantes, de frente pra zaga. Fez várias vezes. Jogou como um enganche, deu sintonia aos ataques do Galo, centralizado sempre jogando na sombra dos volantes do Grêmio.

André foi o jogador de referencia no ataque, não teve participação brilhante, mas foi o que se espera de sua posição: Fazer gols.

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Boatos que André do Galo irá para o Grêmio



Segunda no aeroporto de Santos Dumont esperando um vôo que estava atrasado devido ao mal tempo lá no Rio. Estava nas cadeiras perto do portão 12 e subi para lanchar. Quando cheguei à lanchonete que fica no centro da sala de embarque, encontrei o Andre sentado em um banquinho lanchando. Peguei meu lanche e fui chegando ao lado dele, porem vi q ele estava no celular, então fiquei ao lado dele para pegar a conversa.

Ouvi as seguintes frases:

- Fiquei aqui no Rio depois do jogo para sair pra uma balada com meus amigos aqui – disse André.

- Cuca não sabe de nada, ele é fraquíssimo como técnico, queimou o Renanzinho, tirou o moleque com menos de 30 minutos – ainda disse o jogador.

- Ainda bem que não entrei naquele jogo contra o Vasco, o Cuca “cagou” com tudo, recebi uma ligação do Emerson, perguntando se eu queria jogar no Grêmio no ano que vem, e eu falei com ele que jogaria fácil – finalizou o atacante.

Não é possível confirmar se irá se realizar a transação para o estádio Olímpico é certo que André esta fora do Galo se este mesmo for rebaixado. 

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Análises táticas possíveis rebaixados


Farei análise de quatro possíveis rebaixados para três vagas. Creio que América-MG já esta rebaixado, não matematicamente, mas devido ao futebol demonstrado é difícil recuperação. Quatro times entre eles: Atlético Paranaense, Cruzeiro, Atlético Mineiro e. Avai

Atlético Paranaense 



Parecia não ter jeito, logo na estréia do Delegado Antonio Lopes uma sonora goleada frente ao Grêmio, 4x0. Frente aos resultados, time decadente, muitos medalhões e  um vestiário conturbado tudo se complicou ainda mais. Solução é começar pela defesa, não levar gols já é um bom inicio.

O Delegado voltou com esquema que Renato tinha implantado o 4-3-1-2 com variação no 4-3-2-1, pois Guerron recuava para compor meio campo. Dois volantes de marcação, laterais base que não fazem passagens e apostando na qualidade de Cleber Santana e Paulo Baier.

Com posse da bola o time é um elefante de tão lento, laterais não influenciam na transição do jogo, dois volantes presos que fecham espaços quando laterais apóiam e o setor mais importante com Cleber Santana e Paulo Baier com extrema qualidade, mas lentos, Guerron e Morro são os homens de velocidade porém atua muito na frente.

Rafael Santos foi zagueiro pela esquerda, Manoel pela direita e este sim tem potencial. Wagner Diniz lateral pela direita, sua principal função é o apoio e neste jogo pouco o fez. Marcelo Oliveira é coringa e homem de confiança, pois atua como volante e lateral, cumpriu função de lateral base.

Deivid foi primeiro homem do vértice do losango, Renan pela esquerda não se alinhou com Cleber Santana que atuou mais na direita e mais à frente. Paulo Baier foi homem de criação e homem mais adiantado do losango.

Guerrón atuou pela direita ora no ataque ora no meio campo, foi jogador de velocidade  junto com Morro Garcia, sem homem de referência no ataque, apenas uma tentativa com Morro.

Cruzeiro



Caindo pelas tabelas. Difícil explicar o porquê de uma equipe com grandes nomes estar como uma estrela cadente. Preocupante, não só a situação do Cruzeiro, mas como de todos times mineiros da Série A.

Emerson Ávila parece não estar dando conta do recado, com um vestiário pesado por perder uma libertadores, grandes nomes de seleção (Gilberto pediu rescisão de contrato por não lidar bem com colegas) e para piorar ainda tudo não jogam no Mineirão uma solução seria o estádio da Independência, mas também esta em obras.

Não a um sistema definido neste fraco (pelo futebol demonstrado em campo) Cruzeiro, parece ser um 4-3-2-1 com intenção de ser 4-3-3, pois os meias deveriam aproximar do único atacante.  Volantes não auxiliam na criação de jogadas, apenas exercem sua função de marcar, afinal “destruir” é mais fácil do que “construir”.

Todo time começa com um bom goleiro, Fabio é de nível seleção. Talvez Cribari não seja melhor opção para jogar ao lado de Victorino na zaga, quem sabe Léo ou Gil. Victor é melhor opção para lateral direita, apenas esta em má fase. Everton é polivalente e atua como lateral e volante pela esquerda.

O time atua com três volantes que não auxiliam na transição ofensiva, Charles é primeiro volante e assim atuou. Marquinhos Paraiba também é polivalente e pode atuar como lateral foi volante pela esquerda. Fabricio dentre os três é o que retém maior qualidade, mas uma andorinha só não faz verão, compôs tripé de volantes pela direita.

Montillo e Roger compuseram meio campo, tinha como principal função aproximarem de Bobô. Montillo ate se aproximou do ataque, mas Roger ficou mais acuado pelo lado direito, enquanto Montillo tinha intensa movimentação pela esquerda e centro.

Bobô ficou muito solitário no ataque e pouco demonstrou. Quem sabe um companheiro ao seu lado daria maior poder ofensivo e movimentação no ataque.

Atlético Mineiro



Como diria Milton Neves: “O Galo mais lindo do mundo”. Esta cantando pouco, na zona do rebaixamento esta temporada pode se tornar um pesadelo ou apenas uma temporada para esquecer.

Cuca vem tentando reverter maus resultados do time desde o inicio da temporada, suscetíveis erros de contratações e rescisões de contrato mal planejadas. Como já mencionei em outro post, Dorival já tentou muitos esquemas porem nenhum com sucesso. Cuca vem tentando porem ainda sem resultados.

Agora com Cuca o esquema da vez é o 3-6-1 com variação para o 3-5-2. Antes de a partida começar poderíamos notar ser um 4-3-2-1, mas para maior liberdade de Mancini o lateral Triguinho atuou como lateral base ou terceiro zagueiro pela esquerda.

Entre os três zagueiros, Rever ao centro jogando como libero brasileiro, pois não tem como característica ser elemento surpresa. Leonardo Silva pela direita e Triguinho que é lateral esquerdo de origem atuou como zagueiro pela esquerda.

Pela ala direita Mancini, que em inicio de carreira foi lateral, teve maior liberdade devido Triguinho ser terceiro homem na defesa. Richarlyson foi ala pela esquerda um pouco mais retraído para Mancini fazer passagens.

Dupla de volantes alinhados foi composta por Felipe Soutto pela esquerda e Dudu Cearense na direita. Ambos alternando no apoio, preferência de Dudu Cearense que tem maior qualidade porem ainda fora de forma.

Na segunda faixa de meio campo se encontram Daniel Carvalho ao centro e com movimentação pelos flancos auxiliando os alas e Bernand que atuou aberto na direita, ora atacante ora meio campo.

Sem atacante de referencia, apenas um homem na frente de velocidade. Magno Alves que ficou solitário entre zagueiros.

Movimentação do Galo foi prioritária em contra-ataques, buscando espaços às costas de meias e priorizando velocidade de seus homens de frente. Pode-se perceber que utilizar tres zagueiros foi por causa dos três homens de ligação do Inter, assim utilizando-se de marcação individual.

Avai



Dentro todos citados neste post creio que o Avai é o que tem maiores problemas. Toninho Cecilio será herói se conseguir o milagre de salvar o Avai da zona da degola. Nesta partida contra o Grêmio foram duas estréias de Fernandinho e Junior Urso então lhes pergunto, isto é hora de estrear reforços?

Uma defesa insegura. Gian é zagueiro pelo lado esquerdo e Gustavi Bastos pelo lado direito. Ambos os zagueiros lentos e com pouca combatividade na jogada individual. Laterais com poucas passagens se preocupando mais com defender do que causar perigo ao adversário.

Tripé de volantes em frente da zaga. Junior Urso é primeiro volante, teve atuação mediana e acima da média comparada com companheiros de equipe. Pedro Ken foi volante pelo lado direito, possui mais qualidade e melhor toque de bola que os demais, dentre os três foi quem mais apoiou. Batista foi volante pela esquerda, também ajudou na transição da equipe, porem com maior velocidade e menor qualidade.

Lincoln foi homem de criação pelo centro, teve atuação discreta e ficou acomodado com marcação do Grêmio. Robinho foi um atacante recuado atuando pelos flancos, sem posição fixa e era sua instrução se aproximar de William.

William foi centro avante, era prioritária sua função de pivô para segurar bola e esperar por chegada de companheiros. Sua principal função não foi aproveitada pelos seus companheiros, o cruzamento na área se aproveitando de sua altura, elevação e cabeceio.

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Compreendendo melhor o Atlético-MG, possíveis soluções


Tarefa complicada, estar na zona de rebaixamento com um plantel de grandes nomes? Sim, o Galo mais querido do Brasil (frase de Milton Neves) está em má fase. Analisarei alguns esquemas e possíveis soluções, confesso que muitos deste já foram utilizados ou estão sendo.

Acredito que em má fase um sistema priorizando primeiro à defesa. Posteriormente pensarmos no ataque. Não levando gols, um pontinho já está garantido, outro problema é fazer gols.

Complica ainda mais após rescisões de contrato. Patric lateral direito, Guilherme Santos lateral esquerdo, Toró volante, Giovanni Santos meia, Wendel meia, fora outros que voltaram para base ou que serão dispensados.

Usando como base, time compactado com linhas próximas, passe curto, atacando possivelmente com triangulações e apoio de um dos laterais com outro na sobra alternando. Usar um zagueiro para dar o primeiro bote sendo ele o mais lento e o segundo na sobra um de velocidade. Volantes alternando apoio, de preferência liberar laterais, pois eram meia e tem vocações ofensivas. Meias com total liberdade de criação, movimentação de ambos próximos para possíveis tabelamentos. Bolas aéreas, pois há André e Guilherme na área (Exceto no esquema 4-2-3-1).

Muito destes esquemas utilizará de Richarlyson na lateral ou ala e Serginho na mesma função. Acredito que ambos laterais dispensados têm valor, problemas pessoais e de ordem maior complicaram há permanência no Galo. Creio que não são laterais adequados, Eron poderia ser solução na lateral esquerda.

Começarei com um de meus esquemas favoritos, 4-2-2-2 legitimo brasileiro. Utilizaria Rever e Léo Silva como zagueiros titulares acrescentam que zagueiros lentos com boa cobertura torna-se de boa qualidade. Pierre e Dudu Cearense jogando alinhado, Dudu Cearense com maior liberdade. Daniel Carvalho e Caio como dois meias, Daniel mais condutor de bola e Caio sendo responsável pela criação. No ataque André e Guilherme, o primeiro mais de área e o segundo saindo mais e com movimentação.

Possíveis variáveis, Renan Oliveira no meio, Felipe Soutto como volante.



Utilizando 4-3-1-2, com tripé de volantes, fortes no apoio aos laterais, jogadores de qualidade e bom toque de bola, defesa mesma que no sistema anterior. Apenas com um homem de ligação, Opções por Daniel Carvalho, Caio ou Renan Oliveira. Todos atuando com função de enganche para criação de jogadas. Para fluir é necessária atuação dos volantes da segunda linha.

  
Um pouco mais complicado o 4-2-3-1 requer treinamento e entendimento de jogadores de meio e ataque. Dois Wingers e um meia de criação ou ponta de lança. Dois volantes alinhados com maior intuito de marcação. André atuando como homem de referencia. Dois wingers podem ser Mancini, Caio, Daniel Carvalho ou Renan Oliveira.



Não sou fã do 3-5-2 brasileiro, não é de nossa origem, mas da maneira que o executamos mudou completamente sua filosofia. Os alas atuam como laterais avançados com intuito de marcação, deveriam ser meias por já ter 3 zagueiros e 1 volante de retenção. No método brasileiro seria um 5-3-2, nada contra. Poderia ter uma boa resposta para um time que já tentou de tudo e tudo virou em nada. Opção de ter 2 volantes ou apenas 1. Optei por Dudu Cearense jogando como box-to-box.



 Idéias novas? Sim. Sistemas já usados e sem resposta? Sim. Mas creio que n Galo é uma questão de ordem comportamental do vestiário. Dorival já demonstrou problema com Neymar, no Galo teve resultado apenas quando assumiu e sucumbiu. Olho em Renê Simões que só pega “fio desencapado” um exemplo claro é o Bahia, Jobson, Carlos Alberto, Ricardinho e Souza. Não é para qualquer um.

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Analise tática Grêmio x Atlético-MG. Queda de Julinho


Começo esta análise ou texto como queiram, com o jogo de Julinho. Obrigação vencer em casa, Z-4 cada rodada mais próximo eis que Júlio Camargo põe em campo seu time com 3 volantes contra o Atlético-MG. Lembrando este mesmo Atlético levou 4 em minas do Inter de Falcão.

Olímpico mais cheio que merecia. 9 Mil pagantes para um resultado medíocre em casa. Menos de 24 horas após é informada a queda de Julinho. Para seu lugar é contratado Celso Roth o bombeiro que terá de apagar o incêndio e livrar o time de uma possível queda.

3 volantes. Grêmio no 4-4-2 com Gilberto Silva ao centro, Adilson na esquerda, Rockemback na direita. Escudero fechando pelo flanco esquerdo e Miralles a frente. Sem a bola Miralles recua para fechar flanco direito.

Dorival, teve muita repercussão por possível derrota ficar por Porto Alegre e assumir o Internacional. Descartada informação antes da partida começar. Empate e continua no cargo. Esquema 3-5-2 sem articulador de referencia.



Curioso ou não as duas equipes foram a campo sem o camisa 10. Ora dito como criação do time e essencial ora lento e não marcador. Ficou difícil muito dependeu dos flancos e seus condutores de bola.

Grêmio de Julinho apostou nos contra-ataques com o condutor Escudero, velocidade. Lances longos. Atlético com jogadores de baixa estatura na frente executou lances na área mas de passes não cruzamentos.

Nas transições o Galo apostou em triangulações e com posse de bola. Com triângulos, zagueiro do lado, o volante e o ala: na direita, Leonardo Silva-Patric-Serginho; na esquerda, Werley-Eron-Richarlyson.

Peça por peça

Grêmio

Certo momento o narrador diz: “Para fechar a noite faltava a falha de Victor” e não é que ela aconteceu. Mau momento no bom goleiro de seleção brasileira.

Maior problema tricolor. Zagueiros. Rodolfo fora por lesão, este mesmo que não confirmou ainda no Grêmio. Vilson na direita e Rafa Marques na esquerda foram a campo e novamente demonstraram insegurança vazaram por cima e principalmente por baixo. Contratação necessária.

Mario Fernandes principal zagueiro joga de lateral. Nada contra creio que rende muito na lateral e quiçá um teste de libero tem qualidade na saída de bola. Lembrando libero europeu e não o sul-americano. Lúcio ainda não demonstrou as atuações de 2010, está devendo muito.

Com dois laterais forte no apoio Grêmio buscou mais jogadas com Mario Fernandes com boas passagens. Lúcio errou muitos passes tem qualidade, velocidade e fez dobradinha com Escudero.

Gilberto Silva atuou como primeiro volante é a segurança tricolor, porem prejudica a saída de bola qualificada que tinha com Fábio Rockemback. Não que Gilberto Silva é de má qualidade mas Rockemback prefere atuar de primeiro volante e não como segundo.

Adilson atuou mais a esquerda e Rockemback mais a direita fechando junto com Escudero uma segunda linha de quatro.

Escudero lembra Guiñazu. Corre por toda faixa esquerda. Parece futebol peladeiro, com todo respeito a Escudeiro. Quando com a bola, avança com cabeça baixa. Tem velocidade mas futebol é coletivo, não depende apenas dele. Sem a bola faz belo trabalho recuando e fechando lado esquerdo do campo.

Miralles atua como atacante com a bola. Sem ela fecha ou “tentou” fechar lado direito do campo. Veio para ser salvação ainda tem de provar muito.

André Lima atua centralizado na área. Por ora parece faltar-lhe companheiros de qualidade. Mas após algum tempo de partida é possível analisar que esta fora de forma, ainda sem confiança com a lesão no joelho que o afastou dos gramados e com isto a bola “bate e volta” não há retenção de bola na zona do ataque.

Atlético-MG

Desconheço o goleiro Giovanni. Renan Ribeiro era uma aposta e vinha falhando e esta fora.

Três zagueiros. Lima de libero sul-americano, Werley na direita e L.Silva na esquerda. Um adendo, Rever no banco do Atlético-MG. Inacreditável ficar no banco e já declarou que final do ano não fica no Galo.

Patric atuou de ala direito, tem força e bom condicionamento físico faz bem de ala. Eron na esquerda.

Richarlysson atuou no lado esquerdo e igual a Serginho com boa movimentação e apoiando com bola. Serginho mais a direita como já citei apoia o lado.

Caio não é homem de criação. Vem do meio há ponta esquerda. Aposta na individualidade e velocidade. Magno Alves assim como Caio aposta na velocidade porem ao flanco direito. André atua mais ao centro, não fica “estaqueado” no ataque, tem boa movimentação.

No jogo

Quem simplesmente observar a estatística do jogo verá que houve equilíbrio: os dois times tiveram 12 conclusões. O problema é quando se examina a qualidade destas jogadas de ataque.
O Atlético, por exemplo, só não marcou aos 18 minutos porque o chute do lateral Patrick, depois de driblar Victor, foi desviado de cabeça por Rafael Marques, em cima do risco.
Assim, o tricolor tentou se impor, mas, aos poucos, o Atlético reagiu e equilibrou. Em toda esta fase, apesar de lutar pela vitória, o Grêmio teve apenas uma boa chance de marcar, com Mário Fernandes, aos 24 minutos. O Atlético teve três.

Segundo tempo e Julinho troca entra Leandro e sai Adilson. Leandro joga mais a direita e 4-3-3 é oficializado. Miralles na esquerda. Escudero que ficava no flanco esquerdo, passou a jogar mais ao centro, tentou ser um articulador.

O início passou a sensação de que tudo mudaria. O time passou a atacar em velocidade e logo aos cinco minutos, Leandro dominou pela meia direita, ajeitou e arriscou o chute. Acertou no canto direito e fez 1 a 0.

Um minuto depois deste gol, o Atlético atacou e André, um dos melhores em campo, dominou e chutou forte, no ângulo.

Julinho trocou logo após o gol. André Lima e Miralles por Diego Clementino e Marquinhos. Miralles passou a jogar mais centralizado e Marquinhos na criação pelo centro. Diego Clementino jogou na esquerda com instrução de levar a perna direita cortando área dentro.

Em lance infantil e covarde, Leandro com a mão direita, após disputa de bola, provocou grande hemorragia no nariz de Eron, que precisou ser removido de ambulância. O árbitro, entretanto, nada observou, e o atacante do Grêmio permaneceu em campo.

Eron foi substituido por Giovanni Augusto. Richarlyson foi para ala esquerda e Giovanni cumpriu função mais avançada pelo lado esquerdo.

Mário Fernandes sofreu pênalti na ala esquerda do adversário, derrubado por Giovanni Augusto, o substituto do jogador lesionado. Na cobrança, Rochemback recolocou o Grêmio à frente, aos 34.

Dorival mexeu e pôs Toró e Neto Berola para tentar o empate. Toró cumpriu primeira função do meio mais a direita. Giovanni Augusto a esquerda. Neto berola ingressou no ataque no lado direito.



Em seguida, Berola recebeu livre, um minuto depois do pênalti, driblou Victor e concluiu. Lúcio tirou de cima do risco.

após cobrança de escanteio a dois minutos do final, Leonardo Silva conseguiu vencer Victor, que já salvara o Grêmio em insistente pressão do Atlético-MG: 2 a 2. 

Constatação final

Julinho caiu em casa após empate. Roth é contratado para arrumar a casa. Grêmio em difícil situação. Ano já é perdido pois, Gauchão e Libertadores foram perdidos. Brasileiro é preciso primeiro reerguer para quem sabe pensar em Libertadores e como um sonho o titulo.






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